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Por uma cesta de mudanças
   
 

O basquete masculino brasileiro vive novo momento. Depois de amargar 16 anos de distanciamento das disputas olímpicas, a conquista de uma das vagas da Copa América para a Olimpíada de Londres’2012 e a presença garantida na Rio’2016 representam prestígio mas também desafios à Seleção Brasileira e ao esporte no país. Na opinião de técnicos mineiros, as transformações aplicadas na equipe principal precisam chegar aos clubes. Raul Togni Filho, treinador do Minas, diz que o Brasil está atrasado e precisa adotar nova postura, como a que se viu agora, com a chegada do técnico argentino Rubén Magnano.

Para Raul, o formato vitorioso deve ser produzido em escala. “A CBB precisa organizar simpósios, seminários, clínicas para passar essa nova metodologia, que deve começar pelas categorias de base. O time nacional precisa ter sustentação nos clubes, que são fundamentais nessa fase. Temos de mudar tudo.”

Raul diz que a nova filosofia passa não só pelos treinadores, mas pelos jogadores. “Eles também terão de mudar suas posturas, se adaptar. Será preciso um empenho maior.” As principais mudanças, segundo ele, começam pelo sistema defensivo, hoje muito mais consistente. Mas essa não é a única. “O ataque é feito por etapa. Um jogador não decide nada sozinho. O jogo é coletivo, de transição e organizado.”

UNIÃO Luiz Carlos Dias Corrêa, o Lu, técnico do Ginástico, também enxerga um novo tempo: “A CBB tem de se aproximar ainda mais da Liga Nacional de Basquete (LNB), que acaba de criar o NBB Sub-21. Mas não pode parar aí. Tem de haver um incremento em todas as categorias, a partir do minibasquete”. Lu entende que o basquete brasileiro volta a ter credibilidade. “Ninguém respeitava mais o Brasil. O Magnano resgatou este prestígio. Ele escalou jogadores novos, como o pivô Hettsheimer, que arrebentou contra a Argentina. Mas precisamos ir além disso.”

Lu observa que a maioria desses jogadores atua na Europa, onde o basquete é bem mais competitivo do que na América do Sul. “Temos técnicos em condições de fazer um bom trabalho, mas precisamos que os novatos saiam para jogar, para se acostumar com a competição internacional.”

O treinador faz uma observação pontual sobre as estrelas da NBA, cujo mito teria sido derrubado por esta Seleção. Para ele, atletas que atuam nos Estados Unidos não são imprescindíveis ao Brasil. “A Seleção tem jogadores de alto nível, só não estão na NBA e não precisam estar lá. Por isso acredito que o NBB vai crescer. Já houve evolução este ano e tende a crescer mais ainda, principalmente com um estímulo como este vindo da conquista de Mar del Plata.”

Fonte da Notícia: Jornal Estado de Minas - 12 de Setembro de 2011

Superesportes acessado em 13/09, às 11h50:http://www.superesportes.com.br/app/1,11/2011/09/12/noticia_basquete,195660/por-uma-cesta-de-mudancas.shtml

Publicação: 12/09/2011 07:00

 

   
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